“Em algum lugar do planeta Terra, havia um menininho apaixonado por uma menininha.Certo dia, esse menininho, enquanto caminhava pela rua alegremente, viu a menininha conversando com outro menininho, mas aquele menininho parecia a seus olhos um meninão, pois era grandão e não usava mais shorts com suspensórios como o menininho apaixonado.
Vendo aquele meninão, o menininho sentiu algo diferente em seu coração, e isso não era nada bom! O menininho enraivecido pela visão nem tanto oportuna, cresceu mentalmente e achando-se tão grandão quanto aquele meninão que falava alegremente com sua musa, a menininha de seus sonhos, foi se chegando próximo a eles e como se nada tivesse visto, disse “oi” a sua princesinha.
Aquele meninão que ali estava e aos olhos do menininho havia desaparecido resolveu se fazer notar, e com a mais ligeira das mãos, maculou um dos olhos do menininho e esse, atordoado pela pancada recebida, caiu há uns dois metros de sua amada menininha e a olhou fixamente com o outro olho que até então estava inteiro e deixou escapar uma gotinha de água de sua vista inteira, água essa que muitos diriam ser uma lágrima mas na realidade para aquele menininho era um pedaço de sua vida que rolava por seu rosto. A menininha aflita, não sabia o que fazer e por isso nada fez. O menininho vendo que sua amada nem ao menos foi próxima de si, levantou-se com a cabeça baixa, virou-se e caminhou o mesmo caminho que ali o trouxe, indo embora e abandonando um amor que para si seria único.
O tempo foi passando, e aquele menininho um pouco mais crescido, agora com idade adulta, lembrava dos tempos em que amou verdadeiramente e arrependia-se de ter virado suas costas para a sua felicidade, mesmo que essa viesse aos poucos com o passar dos tempos.
O menininho que ainda existia em si, não mais acreditava no amor verdadeira e com a mentalidade que outros jovens em seu tempo real tinham, “ficava” com pessoas que para si não tinham importância alguma pelo simples fato de dizer aos demais amigos que “ficou” com essa ou aquela, sem ao menos pensar que o simples ato de “ficar” poderia estar afetando a outros “menininhos” interiores de algum jovem que como ele, outrora sonhara.
Mas o menininho ainda sobrevivia dentro de si pelo simples fato da lembrança e manifestou-se de forma dominante na vida desse que já se transformara homem adulto.
O menininho clamava pelos tempos já idos, pelo passado, onde o menininho criança desistira de seu futuro, de sua vida e de sua felicidade no primeiro momento em que encontrou sua primeira barreira na vida.
O menininho adulto parou em si e viu que deixou a felicidade escapar por falta de coragem, não a coragem de enfrentar ao meninão, mas a coragem de levantar-se e dizer a menininha o quanto a amava.
Mas nem tudo estava perdido, pois a menininha daqueles tempos, ainda vivia na mesma casa em que a vira pela última vez e o menininho resolveu seguir até lá e dizer-lhe tudo o que no decorrer dos anos guardou somente para si.
O menininho adulto foi até aquele portão, o mesmo que o fitava perplexo quando levou o soco fatídico no olho direito do meninão e não conseguia passar pelo mesmo, algo ainda o impedia e dizia bem baixinho em seus ouvidos “sai fora, o cara vai te pegar “di novo” ”. Mas o menininho adulto em ato corajoso, decidido abriu o portão e bateu à porta. A porta se abriu e por detrás da mesma um homem com aparência conhecida lhe perguntou o que ele queria. O menininho adulto perguntou-lhe se ali era a casa daquela menininha e o homem o olhou fixamente nos olhos e perguntou se o menininho adulto não seria um menininho que há muito tempo esbarrara em seu punho e caíra ao chão. O menininho homem baixou sua cabeça e confirmou sua existência a aquele homem e o homem repentinamente estendeu-lhe a mão dizendo “desculpe meu rapaz. Eu, naquele dia, falava com minha irmã de um menino que pouco tempo antes havia mexido com ela e você apareceu exatamente naquele momento, não sabia quem você era, nem ao menos o que queria com minha irmã, e aí..., desculpe-me!”. O menininho adulto olhou-o com um olhar de olho esquerdo, pois o direito psicologicamente se fechara, e deu-lhe a mão desculpando-o da pancada que levara, mas e quanto a seu coração? O menininho adulto inconscientemente se perguntava gritando em seu silêncio. Aquele homem abraçou-o e respondeu a pergunta que antes o menininho homem lhe fizera, apontando ao outro lado da rua dizendo “minha irmã é a dona daquela lanchonete ali, vamos até lá?”. O menininho homem, sentindo-se aliviado por ainda poder olhar com seus dois olhos, aceitou o convite e foi com aquele homem até a lanchonete que ficava do outro lado da rua. Quando chegaram na referida lanchonete, o menininho homem viu mais uma vez a menininha, mas ela já era uma linda mulher e mais uma vez seus dois olhos se abriram. A menininha mulher aproximou-se daquele homem e ele, o homem, apresentou o menininho homem à mesma. Ela, surpresa em ver aquele menininho homem ali novamente, diante sua pessoa, disse carinhosamente que viveu esperando aquele momento ser realizado. O menininho homem já não conseguia falar mais nada e com um simples toque nas mãos da menininha, voltou ao passado e apaixonou-se outra vez. A menininha mulher, parecia ter vivido da mesma forma que o menininho homem vivera e mais uma vez sorriu para ele e, mais uma vez, o tempo evoluiu e menininho e menininha voltaram aos tempos antes vividos, achando-se em um palco de felicidade.
Juntos, hoje, menininho e menininha, vivem o resto de sua infância ainda não vivida por ambos, enquanto “eu” te imploro, que use seu punho direito e “me add” em seu coração, mesmo que para isso, tenha que levar um soco de meu futuro cunhado!
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Vendo aquele meninão, o menininho sentiu algo diferente em seu coração, e isso não era nada bom! O menininho enraivecido pela visão nem tanto oportuna, cresceu mentalmente e achando-se tão grandão quanto aquele meninão que falava alegremente com sua musa, a menininha de seus sonhos, foi se chegando próximo a eles e como se nada tivesse visto, disse “oi” a sua princesinha.
Aquele meninão que ali estava e aos olhos do menininho havia desaparecido resolveu se fazer notar, e com a mais ligeira das mãos, maculou um dos olhos do menininho e esse, atordoado pela pancada recebida, caiu há uns dois metros de sua amada menininha e a olhou fixamente com o outro olho que até então estava inteiro e deixou escapar uma gotinha de água de sua vista inteira, água essa que muitos diriam ser uma lágrima mas na realidade para aquele menininho era um pedaço de sua vida que rolava por seu rosto. A menininha aflita, não sabia o que fazer e por isso nada fez. O menininho vendo que sua amada nem ao menos foi próxima de si, levantou-se com a cabeça baixa, virou-se e caminhou o mesmo caminho que ali o trouxe, indo embora e abandonando um amor que para si seria único.
O tempo foi passando, e aquele menininho um pouco mais crescido, agora com idade adulta, lembrava dos tempos em que amou verdadeiramente e arrependia-se de ter virado suas costas para a sua felicidade, mesmo que essa viesse aos poucos com o passar dos tempos.
O menininho que ainda existia em si, não mais acreditava no amor verdadeira e com a mentalidade que outros jovens em seu tempo real tinham, “ficava” com pessoas que para si não tinham importância alguma pelo simples fato de dizer aos demais amigos que “ficou” com essa ou aquela, sem ao menos pensar que o simples ato de “ficar” poderia estar afetando a outros “menininhos” interiores de algum jovem que como ele, outrora sonhara.
Mas o menininho ainda sobrevivia dentro de si pelo simples fato da lembrança e manifestou-se de forma dominante na vida desse que já se transformara homem adulto.
O menininho clamava pelos tempos já idos, pelo passado, onde o menininho criança desistira de seu futuro, de sua vida e de sua felicidade no primeiro momento em que encontrou sua primeira barreira na vida.
O menininho adulto parou em si e viu que deixou a felicidade escapar por falta de coragem, não a coragem de enfrentar ao meninão, mas a coragem de levantar-se e dizer a menininha o quanto a amava.
Mas nem tudo estava perdido, pois a menininha daqueles tempos, ainda vivia na mesma casa em que a vira pela última vez e o menininho resolveu seguir até lá e dizer-lhe tudo o que no decorrer dos anos guardou somente para si.
O menininho adulto foi até aquele portão, o mesmo que o fitava perplexo quando levou o soco fatídico no olho direito do meninão e não conseguia passar pelo mesmo, algo ainda o impedia e dizia bem baixinho em seus ouvidos “sai fora, o cara vai te pegar “di novo” ”. Mas o menininho adulto em ato corajoso, decidido abriu o portão e bateu à porta. A porta se abriu e por detrás da mesma um homem com aparência conhecida lhe perguntou o que ele queria. O menininho adulto perguntou-lhe se ali era a casa daquela menininha e o homem o olhou fixamente nos olhos e perguntou se o menininho adulto não seria um menininho que há muito tempo esbarrara em seu punho e caíra ao chão. O menininho homem baixou sua cabeça e confirmou sua existência a aquele homem e o homem repentinamente estendeu-lhe a mão dizendo “desculpe meu rapaz. Eu, naquele dia, falava com minha irmã de um menino que pouco tempo antes havia mexido com ela e você apareceu exatamente naquele momento, não sabia quem você era, nem ao menos o que queria com minha irmã, e aí..., desculpe-me!”. O menininho adulto olhou-o com um olhar de olho esquerdo, pois o direito psicologicamente se fechara, e deu-lhe a mão desculpando-o da pancada que levara, mas e quanto a seu coração? O menininho adulto inconscientemente se perguntava gritando em seu silêncio. Aquele homem abraçou-o e respondeu a pergunta que antes o menininho homem lhe fizera, apontando ao outro lado da rua dizendo “minha irmã é a dona daquela lanchonete ali, vamos até lá?”. O menininho homem, sentindo-se aliviado por ainda poder olhar com seus dois olhos, aceitou o convite e foi com aquele homem até a lanchonete que ficava do outro lado da rua. Quando chegaram na referida lanchonete, o menininho homem viu mais uma vez a menininha, mas ela já era uma linda mulher e mais uma vez seus dois olhos se abriram. A menininha mulher aproximou-se daquele homem e ele, o homem, apresentou o menininho homem à mesma. Ela, surpresa em ver aquele menininho homem ali novamente, diante sua pessoa, disse carinhosamente que viveu esperando aquele momento ser realizado. O menininho homem já não conseguia falar mais nada e com um simples toque nas mãos da menininha, voltou ao passado e apaixonou-se outra vez. A menininha mulher, parecia ter vivido da mesma forma que o menininho homem vivera e mais uma vez sorriu para ele e, mais uma vez, o tempo evoluiu e menininho e menininha voltaram aos tempos antes vividos, achando-se em um palco de felicidade.
Juntos, hoje, menininho e menininha, vivem o resto de sua infância ainda não vivida por ambos, enquanto “eu” te imploro, que use seu punho direito e “me add” em seu coração, mesmo que para isso, tenha que levar um soco de meu futuro cunhado!
meu nome e jennefer irma do miller como vai voce eu sou criança
eu sou
menina tudo bem xanha
beijosssssss
beijussssssss
te mais
e uma otima noite de segunda beijaoooo
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